Redes sociais alcançando de interesses em comum nas manifestações

As redes sociais e seus benefícios para contribuir com divulgação de informações, notícias ou movimentar uma causa de interesse mútuo

Por André Alves
Manifestantes em Brasília com cartazes e máscaras do grupo - Anounymous / Montagem: (Magic Webdesign)
Atualmente se tem visto inúmeras manifestações ocorrendo por todo o país, e o tema está sendo repercutido por toda a mídia, mas o assunto a ser abordado neste texto é como essas manifestações estão sendo tratadas em redes sociais.

Cada dia mais é possível se ver jovens colaborando em compartilhar as informações do que está acontecendo nos manifestos, através de redes sociais que podem ser acessadas com facilidade, obtendo com rapidez um maior número de pessoas a receberem determinada informação.

Sendo assim pode se dizer que a Internet e seus métodos de acesso é o meio de vinculação entre informação e receptor mais fácil e prático de se divulgar a notícia, tornando também muito mais simples os pontos de encontro de manifestantes e horários de início das passeatas.

Filme em casa ou no cinema? TVs com tecnologia em 3D e cinema ambientado com o 4DX

Com a competitividade das TVs de alta resolução e Home Theater, os cinemas avançam com ambientes de maior realidade ativando os cinco sentidos

Por Natália Veronez Montagem do público pode receber borrifadas de água em uma sala 4DX (Imagem: Cinépolis)
As novas tecnologias embarcadas nos cinemas estão proporcionando cada vez mais a sensação de realismo em suas salas de projeção.

O público vem sendo mais crítico e isso faz com que a indústria do cinema invista mais recursos para atrair o cliente. Afinal, a concorrência está ficando mais acirradas com as TVs de alta qualidade, já que estas estão mais acessíveis às pessoas, tendo em vista que, as televisões estão ficando maiores, mais baratas e com alta resolução. Também vale lembrar dos sistemas de som, os famosos home theater.

A tecnologia 4D trata-se de uma “revolução”, ou seja,  uma nova forma de como assistimos filmes. O objetivo desta tecnologia é trazer cada vez mais realidade e interatividade aos seus telespectadores.

O diferencial desta interatividade que ocorre com o público no decorrer do filme, são as ações também ocorrem dentro da sala de cinema não apenas pela tela, mais também, nas cadeiras que se inclinam de um lado para o outro e vibram, ventiladores no teto da sala sopram fortes ventos, dispositivos posicionados para pulverizar água e luzes estroboscópicas que piscam simulando relâmpagos.

Esta tecnologia também proporciona sentir odores e ver a névoa ao seu redor ente outros aspectos, e tudo isso em perfeita sincronia com o filme. E vale ressaltar que a tela oferece altíssima resolução com a tecnologia 4D que deixa ainda mais real as imagens com telas maiores sem o comprometimento das imagens.

Vídeo de Divulgação: "Os Informais"

Grupo de estudantes da Universidade de São Caetano do Sul (USCS) que abordam assuntos pertinentes a Tecnologia da Comunicação e é composto por nove universitários de Publicidade e Propaganda.

Assista o vídeo de divulgação do blog.

A fotografia do analógico ao digital. Tecnologia a favor dos fotógrafos

Desde a época dos filmes e revelações até as câmeras digitais que compartilham nas redes sociais.

Por Karina Alvez
Slomexa (esq.) feita na Alemanha por Vredeborch em 1950 e a 
Nikon D5000 (dir.) com filtros de correções e inserção de GPS.
Montagem: (Davi Pinhol / Os Informais) Fotos: (Wikipedia e Nikon)
Quando se fala em fotografia, logo vem à cabeça o Facebook, Twitter, Instagram e postar a qualquer momento em uma rede social. Vai ao shopping, posta foto no Facebook, vai ao cinema, posta foto no Twitter, vai viajar, posta foto no Instagram. Tudo serve como recordação, qualquer fotografia atualmente é postada com o objetivo, muitas vezes, de vários “Curtir” no Facebook, muitos comentários e compartilhamentos.

Antigamente as fotos que eram tiradas, serviam apenas para recordar momentos importantes: aniversários, casamentos e batismos. Até pouco tempo atrás a máquina era analógica e utilizava filme e havia a necessidade esperar alguns dias para ver o resultado da foto.

Todas as pessoas que utilizam as redes sociais colocam as suas fotos e querendo ou não, a fotografia passa sua mensagem, e cada um faz sua interpretação. É muito bom fazer um registro fotográfico para ser recordado para o resto da vida. Uma refeição de um restaurante gostoso que você foi, amigos do trabalho/faculdade em um lugar legal ou um lugar maravilhoso que você teve a oportunidade de conhecer.

Qual será a sua próxima fotografia?

Pesquisa indica que pessoas utilizam aparelhos móveis enquanto assistem TV

Dispositivos de segunda tela (Second Screen) ganham notoriedade por interatividade com programas de TV e participações em tempo real nas redes sociais

Por Lucas Matheus
Enquanto assiste o programa de preferencia utiliza a segunda tela para interagir sobre o assunto. Imagem de: http://www.tiagodoria.com.br
Quem nunca utilizou o seu smartphone ou o seu tablet para comentar algo sobre seriados, futebol, ou até novelas enquanto assiste na TV?

Pesquisas indicam que 70% de pessoas que possuem smartphone ou tablets utilizam o aparelho enquanto assistem TV.

Então a Google resolveu lançar um novo aplicativo chamado second screen (segunda tela) para que as pessoas possam interagir , compartilhando o que esta assistindo em tempo real , com seus amigos nas redes sociais, e também interagindo com quem esta assistindo a mesma coisa que ele através do mesmo app, um exemplo disso é o seriado Hanibal , onde o usuário obtém informações em tempo real , enquanto assiste , recebendo detalhes sobre bastidores , cenas , e ate curiosidades sobre o ator.

No Brasil ocorreu a primeira experiência com o “Second Screen” na copa das confederações, enquanto o jogo acontecia, os usuários recebiam informações em tempo real sobre o jogo, e quando o jogador marcava um gol, o usuário também podia dar uma nota pelo gol feito.

Além do telespectador quem ganha com a novidade é a publicidade enviando informações para o smartphone do usuário sobre as roupas, jóias, sapatos que o artista esta usando e onde podem encontrar para comprar.

O Second Screen foi uma maneira nova de interagir com a sua Smart TV onde você pode compartilhar e comentar os fatos que estão ocorrendo em tempo real. E essa tecnologia promete ir longe aqui no Brasil.

Do século XVIII até a atualidade. A tecnologia nos instrumentos musicais.

Desde a criação de Bartolomeu Cristofori no século XVIII até o primeiro piano eletrônico de 1976 a tecnologia vem acompanhando o crescimento na música.

Por Elizabeth Boscolo
Para comparação o piano criado por Bartolomeu (esq.)
e dos tempos atuais (dir.). Montagem das fotos: Davi Pinhol
Entre as revoluções tecnológicas que transformaram a música, poucas se comparam à invenção do piano. Foi criado pelo Luthier Paduano Bartolomeu Cristofori no século XVIII, o instrumento trazia uma tremenda novidade em termos de engenharia sonora. Naquela época nenhum outro teclado era capaz de tantas nuances entre o "pianíssimo" e o "fortíssimo" - daí o nome original da nova máquina de produzir sons, "pianoforte". Essa característica aumentava muito a possibilidade de expressão do intérprete. Isso fez do piano o instrumento por excelência do romantismo musical, a escola que floresceu no século XIX.

Os compositores do romantismo exploraram ao extremo. No ano de 1976 foi lançado o primeiro piano eletrônico, e desde então a tecnologia só cresce no meio musical, atualmente há pianos com entradas de pen drives, cd’s, e a opção da mudança do som em apenas um toque na tela.

Fonte: TCC PIANO E SEUS EFEITOS TERAPEUTICOS

Excesso de tecnologia pode causar problemas psicológicos

Experimento afirma que quando estamos conectados o nosso cérebro apresenta atividades muito grandes que ocupa a parte das tomadas de decisões

Por Davi Pinhol


Médico aponta sintomas: “Piora no rendimento escolar, isolamento
 social e conflitos familiares. (Foto: Thinkstock/Getty Images)
A tecnologia está fazendo mais parte da nossa vida que não percebemos que estamos nos tornando dependentes dos dispositivos eletrônicos. É só nosso celular, computador ou uma cafeteira não funcionarem que perdemos a cabeça.

Agora imagine isso conectado as redes sociais! Maravilhoso, não? Claro que não! Especialistas afirmam que entre os principais problemas gerados estão à dificuldade de administrar o próprio tempo e transtornos ligados ao isolamento, o que têm aumentado à procura nos consultórios psicológicos.

O médico Rubens Luis Folchini, psiquiatra do Núcleo de Medicina Psicossomática e Psiquiatria (NMPP), do Hospital Israelita Albert Einstein, explica que aponta alguns sintomas que os pais devem ser vistos com atenção. “Há piora no rendimento escolar, ou no trabalho, isolamento social e conflitos familiares. Além disso, observam-se, também, elementos de tolerância e abstinência, caracterizados, principalmente, por alterações de humor, como irritabilidade, ou exacerbação ansiosa quando não se está em uso tecnológico”, alerta o especialista.

O psiquiatra Gary Small, da Universidade da Califórnia, fez, em 2008, o primeiro experimento que mostrou cérebros mudando em resposta a estímulos da internet. O pesquisador monitorou um grupo de internautas por ressonância magnética enquanto realizava buscas no Google. Descobriu que os mais experientes apresentavam uma atividade cerebral muito maior. Após o grupo de novatos ter sido colocado por uma semana para treinar as buscas na web, também passou a apresentar atividade semelhante à verificada nos experientes, o que sugere a formação de conexões neuronais. Isso não é necessariamente bom, apontou Small. A atividade aumentada se concentrou na área do cérebro associada à tomada de decisões, o que pode estar sobrecarregando nossas mentes.

Fontes:http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/08/dependencia-tecnologica-e-tratada-com-terapia-cognitiva-e-medicacao.html, http://noticias.terra.com.br/ciencia/dependencia-tecnologica-aumenta-procura-por-tratamento-psicologico-no-brasil,60269b5221dc0410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html e http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,ERT156864-17773,00.html

Quem nunca ouviu falar no termo Gadgets ou Widgets?

Gadget é uma gíria tecnológica recente que se refere genericamente a um equipamento que tem um propósito e uma função especifica, prática e útil no cotidiano.

Por Luan Claret

Gadgets

A palavra gadget é de origem inglesa e significa “dispositivo”.

Gadget é uma gíria tecnológica recente que se refere  genericamente a  um equipamento que tem um propósito e uma função especifica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamados de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, leitores de mp3, entre outros.

Chama-se também de gadget um pequeno software, pequeno módulo, ferramenta ou serviço que pode ser agregado a um ambiente maior. No site iGoogle, por exemplo, é possível que seja adicionado alguns dos muitos gadgets disponíveis. O Google Desktop, o Windows Vista, o Mac OS, o KDE e o Gnome são ambientes que aceitam alguns tipos de gadgets específicos, acrescentando funcionalidades ao desktop do sistema.

Widgets

Um widget é um componente de uma interface gráfica do usuário, o que inclui janelas, botões, menus, ícones, barras de rolagem etc. Outro emprego do termo são os widgets da área de trabalho, pequenos aplicativos que flutuam pela área de trabalho e fornecem funcionalidades específicas ao utilizador (previsão do tempo, cotação de moedas, relógio etc).

Alguns widgets tem por objetivo receber dados do usuário e com isso gerar algum tipo de registro, como os controles de formulários.

Os Gadgets e Widgets estão crescendo a cada dia nos dispositivos móveis e com isso empresas estão se especializando, criando um mercado com grande potencial e aumentando a procura dos consumidores para seus aparelhos portáteis.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/1959-o-que-e-gadget-e-widget-e-a-mesma-coisa-.htm

Interação entre diversas plataformas

Por Luan Claret
Visualização de Conteúdo multiplataformas
Fonte da Imagem: http://globedia.com
Até há pouco  tempo atrás, acessar a internet, seu conteúdo e serviços como Skype, MSN e FACEBOOK era algo que fazíamos utilizando na grande maioria das vezes um computador e  sempre que queríamos “consumir internet” ou acessar um desses serviços, tínhamos que ligar o computador para fazê-lo. Com o passar do tempo, a exclusividade do computador foi perdendo força, e aos poucos, celulares smartphones e outros dispositivos foram roubando a cena. Hoje, o acesso móvel à internet  é bastante difundido, e mostra como os consumidores estão abertos a novas experiências com ótima aceitação. A convergência de plataformas e a revolução  do comportamento dos consumidores é uma via de mão única. Uma vez que experimentamos algo novo, que mude nossa experiência para melhor, e que nos faça tirar mais proveito de algo que fazemos constantemente, não conseguimos da mesma forma que fazíamos antes, não é verdade?

Sistema operacional usado em uma SMART TV

Assim como os computadores, as Smart TVs também utilizam sistemas operacionais e instalações de aplicativos

Por Elizabeth Boscolo

Exemplo de uma Smart TV da LG com o Ginga
Imagem do blog: http://www.comprafacil.blog.br
Atualmente, diversos fabricantes oferecem TVs conectadas com sistemas operacionais diferentes que permitem navegar na web, acessar a previsão do tempo, assistir filmes por streaming, além de instalar aplicativos a partir de uma loja. Contudo, grande parte dos modelos rodam sistemas operacionais proprietários, isto é, que só estão disponíveis na TV da própria marca e não são compatíveis com os concorrentes.

Se o usuário comprar uma TV com conexão de internet fabricada pela LG, Samsung, Philips ou Toshiba, entre outras, só pode baixar aplicativos disponíveis naquela plataforma. Em geral, o número de aplicativos disponíveis é pequeno, já que os desenvolvedores precisam reescrever o código dos programas cada vez que quiserem oferecê-los em uma loja diferente.

Atualmente, a LG oferece cerca de 600 aplicativos (cerca de 100 em português) no Brasil (a empresa não informou o número global) e a Philips cerca de 1,5 mil em todo o mundo. Quando as novas TVs estiverem com a plataforma única, diz Mombarg, chefe do setor de Smart TVs e membro do conselho da TP Vision, os desenvolvedores poderão ajustar seus aplicativos. A partir de então, eles ficarão disponíveis nas TVs da LG, Philips, Toshiba e de duas outras fabricantes.

No Brasil, em algumas TVs é utilizado um Middleware, sistema que padroniza as operações da Smart TVs, conhecido como Ginga, esse sistema foi desenvolvido entre brasileiros e japoneses e vem sendo utilizado na maioria das Smart TVs.

Atualmente poucas emissoras brasileiras utilizam o Ginga, pois é um mercado novo e muitas empresas ainda não desenvolvem os respectivos aplicativos.

Fontes: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/05/1285375-futuro-do-ginga-depende-das-emissoras-dizem-especialistas.shtml, http://www.ginga.org.br e http://tecnologia.ig.com.br/2012-11-09/lg-e-philips-lancarao-primeiras-tvs-conectadas-com-sistema-unico-em-2013.html


Veja mais sobre Smart TV:
A diferença entre uma TV DIGITAL e uma SMART TV
As vantagens de ter uma Smart TV

As vantagens de ter uma Smart TV

Com tantos avanços as TVs inteligentes disponibilizam diversas opções de interatividade que podem até substituir um computador

Por Elizabeth Boscolo

Portal de Interatividade da emissora SBT
Imagem do site: http://www.grandecoisas.com.br Com as Smarts TVs as pessoas assistem seus programas preferidos ao mesmo tempo que interagem com outros espectadores em redes sociais, como o Twitter ou Facebook. Ela também permite que isso seja feito sem a ajuda de computadores. Basta acessar sua rede preferida e usar o próprio controle remoto da TV para postar sua opinião sobre aquele emocionante capítulo da novela, ou daquela luta que tantos esperavam ver na TV.

A diferença entre uma TV DIGITAL e uma SMART TV

Os avanços tecnológicos nas TVs criam dois segmentos no mercado. Entenda essa diferença 

Por Elizabeth Boscolo

Tela inicial da Smart TV da Samsung e os aplicativos. Imagem Retirada do site http://www.businesstravelexclusive.com
A TV Digital possui esse nome porque recebe o seu sinal digitalmente  através de código binário, possibilitando melhoria na qualidade dos sinais e oferece m serviços interativos. Sua qualidade é comparada a de um DVD, sem chuvisco e interferência. É comumente chamada também de TV de alta definição ou HDTV.

Fãs investidores com o Crowdfunding

Fãs  em troca de benefícios, ajudam no financiamento das bandas que não se prendem a empresários e gravadoras.

Por Rafael Visintin

Uma das foto do CD financiado pelos fãs da banda
Raimundos - Fonte de Imagem: UOL
Crowdfunding é nada mais nada menos que um financiamento coletivo, que vem sendo usados por bandas para realizar a gravações de novos álbuns, onde os fãs da banda financiam o projeto em trocas de benefícios, pagos por uma determinada quantia.
O fã obtém o CD físico, o nome eternizado nos agradecimentos, camisetas entre outros.
Apesar de ser uma palavra em inglês o Crowfunding é muito usado aqui no Brasil.
A banda Raimundos, por exemplo, teve seu projeto viabilizado  no dia 01 de agosto de 2013 até dia 30 de agosto de 2013.

Redes Sociais, um conceito de interesses em comum

Um vínculo entre pessoas que vai muito além de Twitter e Facebook.


Por Karina Alvez

O que seria uma rede social e o que se entende por redes sociais?

Um vínculo entre pessoas além do Twitter e Facebook.
Foto: Natália Veronez
Quando se fala em ter uma rede social, logo vem na cabeça o Facebook e o Twitter.

Composta por pessoas com um mesmo objetivo, a rede social tem o intuito de reunir as mesmas para trocarem informações, compartilharem momentos e pensamentos, e criarem relações, sejam elas afetivas ou até mesmo profissionais.

Existe a possibilidade em ter ou não uma rede social, muito rapidamente. Criando e renovando sempre, muitos acreditam que quando não se tem uma rede social, você se torna um excluído, ou uma pessoa “não antenada”.